ISSN 2966-0599 (Online)

Revista O Universo Observável

v.3, n.2 (2026)
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ABORDAGEM DO TRAUMA ABDOMINAL FECHADO: Indicação Cirúrgica Versus Tratamento Não Operatório

 

ABORDAGEM DO TRAUMA ABDOMINAL FECHADO: Indicação Cirúrgica Versus Tratamento Não Operatório

DOI: 10.5281/zenodo.18717271 País: Brasil Submissão: 2026-02-20 Publicação: 2026-02-21 Palavras-chave: trauma abdominal fechado; laparotomia exploradora; tratamento não operatório.

Autores

Luciano Scher Fernandes*
Autor correspondente
Médico pelo Centro Universitário de Caratinga.

Resumo

O trauma abdominal fechado constitui importante causa de morbimortalidade nos serviços de urgência e emergência, especialmente em vítimas de mecanismos de alta energia, exigindo tomada de decisão rápida e baseada em critérios clínicos objetivos quanto à indicação cirúrgica ou tratamento não operatório. Este estudo teve como objetivo analisar os critérios clínicos e diagnósticos que fundamentam a escolha entre laparotomia exploradora e manejo conservador, bem como discutir suas vantagens, limitações e impactos nos desfechos clínicos. Trata-se de revisão bibliográfica de abordagem qualitativa, com análise de publicações entre 2022 e 2025, selecionadas nas bases Scielo, PubMed e Google Acadêmico, utilizando descritores relacionados a trauma abdominal fechado, controle de danos, laparotomia e tratamento não operatório. Foram incluídos artigos completos que abordassem adultos e comparassem as duas estratégias terapêuticas, sendo excluídos estudos sobre trauma penetrante e relatos isolados de caso. Os resultados demonstraram que a estabilidade hemodinâmica é o principal fator decisório, sendo a cirurgia indicada nos casos de instabilidade, peritonite e lesões viscerais complexas, enquanto o tratamento não operatório apresenta elevadas taxas de sucesso em pacientes estáveis, especialmente em lesões de órgãos sólidos, com menor morbidade e redução do tempo de internação. Conclui-se que não há superioridade absoluta entre as abordagens, mas sim indicação individualizada baseada na condição clínica, nos recursos disponíveis e na monitorização contínua, sendo a correta estratificação do risco determinante para a redução da mortalidade e otimização dos resultados terapêuticos.

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Fontes: OpenAlex, Google Acadêmico, Scilit, BASE, Crossref e Index Copernicus | 📈 Dados acumulados desde maio de 2024 (com base histórica) | Atualizado em 21/02/2026 19:47
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