STEVE BIKO: A Consciência Negra Como Ferramenta De Emancipação Global E Resistência Ao Neorracismo e à Colonialidade
DOI: 10.69720/29660599.2025.000250 País: BRASIL Submissão: 2025 Publicação: 2025 Palavras-chave: Steve Biko; Consciência Negra; Antirracismo; Emancipação Negra; Decolonialidade; África do Sul.
Autores
José Antonio Nunes Aguiar*
Autor correspondente
1Mestrando em Direito e Afirmação de Vulneráveis, Universidade Ceuma, São Luís/MA e graduado em Direito pela UFMA.
ORCID:
0009-0007-2605-6343
0009-0007-2605-6343
Resumo
Este artigo analisa a vida, a filosofia e o assassinato de Stephen Bantu Biko (1946–1977), fundador do Movimento da Consciência Negra (BCM) na África do Sul. Argumenta-se que a ideologia de Biko, centrada na libertação psicológica e na autoemancipação da população negra, permanece vital não apenas para a África do Sul pós-apartheid, mas como um paradigma fundamental para o enfrentamento do racismo estrutural, do neorracismo e da persistência da colonialidade em contextos diaspóricos, como as Américas e a Europa. O trabalho busca resgatar a atualidade do pensamento de Biko como um imperativo ético e político na luta global pelo respeito e dignidade da pessoa negra, posicionando-o como um precursor da desconstrução epistemológica colonial.
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