ATIVIDADE ANTIBACTERIANA, MUTAGÊNICA E CARCINOGÊNICA DO EXTRATO ETANOICO DE OCOTEA MINARUM (NEWS & MART.) MEZ
Autores
rcsilva@uems.br
vandressabiologia@gmail.com
mallmann.mn@gmail.com
euclesio@uems.br
lucas_wagner_1@hotmail.com
Resumo
Devido à grande diversidade, viabilidade e acessibilidade dos produtos naturais, estes estão sendo alvo de diversos estudos que buscam compostos com potencial antibacteriano, antioxidante e com outras propriedades biológicas que possam ser usados na produção de fármacos. O Presente estudo objetivou verificar a aplicação terapêutica do extrato etanólico da espécie Ocotea minarum, avaliando sua atividade antibacteriana e toxicidade do extrato frente bactérias gram-negativas Escherichia coli (ATCC 25922) e um isolado clínico resistente de Klebsiella pneumoniae produtora de carbapenemase (KP-KPC). Por fim, analisou-se a potencialidade mutagênica e carcinogênica do extrato por meio do teste de SMART, a fim de aferir um grau de segurança da utilização terapêutica deste extrato. O extrato de O. minarum foi feito por extração a frio, com o etanol (PA) como líquido extrator. A atividade antibacteriana foi avaliada sobre duas bactérias gram-negativas (Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae), por meio de uma triagem utilizando-se a técnica de difusão em disco. O SMART foi realizado por meio de cruzamentos experimentais entre as linhagens (mwh, flr3 e ORR) de D. melanogaster. A investigação científica realizada com o extrato etanólico das folhas da O. minarum demonstrou que houve ação antimicrobiana. Nas análises mutagênicas e genotóxicas, a planta não apresentou ação nas concentrações inferiores, mas apresentou letalidade na concentração superior. Esses resultados indicam a presença de compostos com potencial antimicrobiano e possíveis efeitos tóxicos em altas concentrações.